São 10 vagas para cada grupo. Os participantes acima deste número poderão entrar em outros grupos que não estiverem completos ou aguardar por vagas que venham a surgir.
Inscrição da 10.ª Edição do Clube do Livro Clique no link do grupo que você deseja participar e faça a sua inscrição. As inscrições vão até o dia 22/03. São 10 vagas para cada grupo. Os participantes acima deste número poderão entrar em outros grupos que não estiverem completos ou aguardar por vagas que venham a surgir. CRÔNICAS POESIAS TERROR/HORROR
João Gabriel Cristalino Costa Santos Livro- O conto da Aia O motivo de ter escolhido esse livro para dois grupos diferentes é porque ele é uma excelente interseção entre esse dois aspectos, temos a relação da protagonista com o seu mundo, o que nos dá noção do espectro cultural, e suas relações interpessoais nos mostra a capacidade dela de lidar com os outros. O conto da Aia narra a história de Offred (Of Fred, no caso as mulheres são conhecidas pelo nome dos país ou maridos) na República de Gilead, um Estado teocrático regido pelas leis do antigo testamento bíblico. No livro, nós acompanhamos as interações de Offred, já dessensibilizada pela vida naquela sociedade, com homens e mulheres em uma sociedade de forte cerceamento de liberdades individuais a todos, especialmente para as mulheres Achei o livro excelente, como um amante de distopias e linhas do tempo alternativas, o livro cativa pela sua realidade, não no sentido próprio do livro, mas pela capacidade de descrever o nosso...
Leitor: Marianne Kilvia Brito Silva Livro: Nos Alpendres da Vida Autor: Cezar Britto Eu escolhi essa crônica porque ela fala de um jeito belo sobre a vida e como todo mundo está tão conectado. Como o meu grupo escolhido foi crônicas, o livro que aderi também segue a mesma temática, abordagens do cotidiano com diversas crônicas, dentre elas escolhi a “certeza da vida”, em especial, a escolhi porque o texto parte de algo que muitos de nós sentimos: aquela melancolia quando vemos uma notícia ruim sobre a morte de alguém. Mas o texto suaviza explicando que ninguém morre de verdade se deixar um pouquinho de si nos outros. Penso assim: que a gente é um pouquinho de cada pessoa que passa pela nossa vida. O texto não conta uma "história" com começo, meio e fim, mas nos faz pensar nos nossos pais, amigos e professores, é um desejo ardente de aproveitar cada mínimo segundo antes que acabe. O cenário é a nossa própria memória. Ele fala que, quando alguém querido se vai, o que a pessoa...
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