RESENHAS GRUPO TERROR
A Cor que Caiu do Espaço
LEITOR: João Gabriel Cristalino Costa Santos
LIVRO: Histórias Favoritas
ESCRITOR: H. P. Lovecraft
H. P. Lovecraft é um famoso escritor do gênero do terror. Ele junto do Edgard Allan Poe e o Franz Kafka são basicamente uma trindade do terror do século XX. As suas histórias possuem como principal inspiração seus pesadelos.
E por fim, sua especialização é no chamado “horror cósmico” —um subgênero do horror em que o elemento antagonista é caracterizado como uma força da natureza, apelando bastante para um sentimento de pequenez frente a um terror maior do que os seres humanos podem lidar.
No conto —ah! Esqueci de dizer. Esse livro é uma coletânea de contos do autor. Vou me conter ao conto “A Cor que Caiu do Espaço”, dos contos o meu favorito — há o relato do Velho Ammi sobre como um meteorito que caiu nas casas dos seus vizinhos —a família Nahum — causou muitos problemas na
região e amaldiçoou toda aquela região hoje conhecida como Charneca Queimada.
Sobre o livro no geral, o sentimento é de muita tensão. O Lovecraft começa as histórias com toda uma ambientação — em primeiro momento, há um epilogo cujo narrador descreve o quadro depois dos eventos ocorrerem e segundamente há a história em si, desde de o momento em que tudo está em paz até o clímax — isto gera uma ansiedade constante: O que aconteceu? Quando tudo deu errado? Entre outros. Uma estratégia narrativa que pessoalmente achei interessante.
Por fim. É um bom livro. Todas as histórias são bem interessantes e engajantes. Entretanto sinto que a descrição do horror é —as vezes — prejudicada à medida que o autor apela para descrever uma cena como indescritível — O paradoxo é claro—. Mas essa é uma observação minha, como eu consumo muito animações eu as vezes sinto falta do que o personagem está vivenciando, o que na literatura pode ser feito através da poesia. Nota 8/10.
Autor: José Júnior
Escolhi ler Breves Momentos de Horror porque o tema terror sempre despertou muito meu interesse. Gosto de histórias que conseguem mexer com as emoções e causar tensão em quem está lendo, e esse livro conseguiu fazer exatamente isso. Desde o começo, percebi que a obra não se limita apenas ao medo, mas também trabalha sentimentos e situações que fazem o leitor refletir. Foi um livro com o qual me identifiquei bastante, principalmente pela maneira como o autor sempre insere justificativas e emoções nas histórias apresentadas.
O livro reúne histórias marcantes e envolventes, capazes de prender a atenção do leitor do início ao fim. Cada momento narrado desperta curiosidade e faz com que a vontade de continuar lendo aumente cada vez mais. As situações apresentadas são fascinantes e intensas, criando um clima de suspense que realmente combina com o gênero terror. Além disso, a escrita do autor é muito envolvente, o que torna a leitura mais emocionante e fácil de imaginar.
Durante a leitura, senti ansiedade, curiosidade e até um certo nervosismo em algumas partes. O livro prende muito justamente porque consegue despertar emoções fortes em quem lê. Pessoas que precisam sentir emoção em uma leitura provavelmente irão se sentir completamente presas à história. Em vários momentos, consegui me identificar com sentimentos e pensamentos presentes nos personagens, o que tornou a experiência ainda mais interessante e pessoal para mim.
No geral, considero Breves Momentos de Horror uma obra muito boa dentro do tema terror, pois consegue unir suspense, emoção e histórias cativantes. A leitura valeu muito a pena, principalmente para quem gosta de sentir aquela sensação de tensão e curiosidade ao mesmo tempo. Eu recomendaria esse livro para outras pessoas porque ele consegue envolver o leitor de uma maneira única, fazendo com que cada história deixe uma marca e desperte diferentes sentimentos ao longo da leitura.
LIVRO: Não abra a porta
ESCRITOR: José Júnior
NÃO ABRA A PORTA é uma obra inspirada num folclore piauiense: Cabra Cabriolo. O livro conta a história de uma mãe que tem dois filhos e precisa sair para trabalhar a noite e os aconselha a não abrir a porta para ninguém por causa do Cabra Cabriolo.
Apenas o mais novo obedece, consequentemente, o bicho devora o irmão mais velho e o amigo deste, ficando a salvo apenas o garoto que decidiu não desobedecer a sua mãe.
Logo, a obra nos passa a importância de ouvirmos a orientação dos nossos pais para não cairmos nas garras de cabras cabriolos soltos por aí.
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